2 de abr. de 2018

Conversa de Museu

“Aquelas esculturas eu acho mais bacana”, ela disse.

“Bacanas”, corrigi.

“Quem acha é ela e ela acha o que quiser”, intrometeram.

“Mas o português pede pra concordar”, insisti.

“Estamos no Brasil e não conheço nenhum português”, retrucou. 

Só pudemos rir.

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